terça-feira, 7 de setembro de 2010

Insejo imortal

É fim de um amanhã
É fim de uma vida
É um ser que se perde no agora
chorando por mais um aurora

É a grandeza de um tudo
seja no princípio eterno
É o olhar do cego
a fala do mudo
a gritar pela paz do agora

Canção que se perde
vida que vai.
É começo de um tudo
princípio de um fim
Sinto a solidão por mim
Enquanto tantos sozinhos estão ligados pela desilusão.

São os olhos que falam
são corações a bater
Mudas de versos sem ao menos conter
É a lembrança do agora,esquecimento do depois
É o mistério de ser
Vida que começa,
canções a nascer (escrito em setembro de 1982)

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